sexta-feira, 22 de maio de 2015

A liga de Mutantes

"Liga dos Mutantes foi uma série animada baseada nos videogames Mutant League Futebol e Mutant League Hockey que foi ao ar a partir de 02 de julho de 1994 a 24 de Fevereiro de 1996. O show durou duas temporadas. Durante um jogo de futebol americano, acontece um terremoto que revela lixo tóxico que transformam parte da plateia e jogadores em mutantes. Após isso é criada a liga de sobre-humanos que contava com as seguintes equipes: (Slayers, males, Derangers ou ooze) que disputavam várias modalidades esportivas. O principal do desenho se chamava Bonis e aparecia com um óculos escuros e tinha o sonho de reencontrar o Pai que se perdeu logo após o acidente. Sempre após alguns jogos da Liga, alguns atletas mutantes se recuperavam em umas camâras com um líquido verde, já que mutilação ocorria com frequência nos jogos.Passava no sábado animado no SBT."

Copiei esse texto do link: https://www.youtube.com/watch?v=I8lOPaQDc5o onde tem a abertura do desenho (em má qualidade de imagem, ok), e mais um pedaço do desenho em inglês. Não é o desenho que eu queria, mas ainda assim era um bom desenho que eu gostava muito e nunca lembrava o nome. Agora eu não me estresso mais se esquecer :)

A abertura em boa qualidade dá pra ver aqui:



Paztejamos

As aventuras de T-REX

As aventuras de T-REX (ou the adventures of T-REX) era um desenho na minha opinião bem parecido com tartarugas ninjas, só que num universo onde todos eram dinossauros (e ninguém tem nada de mutante). É tipo um Power Rangers de dinossauros.

vou deixar aqui um link de um post em inglês onde tem um episódio completo em inglês (essa frase é o link).

E vou postar aqui um vídeo que tem a abertura e mais um trecho em português, pra se ter uma ideia de como era dublado.



Enfim. Paztejamos

Dinossauros Radicais

Dinossauros Radicais (Extreme Dinossaurs). Também está no "super heróis em geral". E não é o que estou procurando.

Paztejamos

Tubarões Urbanos

Tubarões Urbanos (Street Sharks em inglês, mas pelo que eu achei na internet, também é conhecido por Tubarões Radicais) é um desenho em que quatro tubarões eram os "heróis", um sendo Tubarão Martelo, o que é o máximo.

Bom, alguém já compilou o que é preciso saber sobre esse desenho AQUI e eu não vou falar grandes coisas sobre o desenho. Simplesmente não é o que eu estava procurando.

Paztejamos

Desenhos Antigos

Bom, eu ia postar no facebook, mas achei que no diálogo em que eu comecei essa busca* ia floodar uns amigos, e postar no meu perfil ia ser estranho porque eu simplesmente ia sair dizendo coisas aleatoriamente - o que as pessoas iam achar esquisito.

*comecei a buscar uns desenhos antigos na esperança de encontrar um em específico. Estou procurando por um desenho em que existiam tipo "monstros" (os 'superheróis da história) que eram formados de "coisas". O único exemplo de que eu me lembro era de um monstro que era formado de argolas. Ao que eu me lembro, tinha um 'item mágico' que dava vida a esses monstros a partir de coisas cotidianas, e esse surgiu de umas argolas. ERA UM DESENHO! E era um desenho ao mesmo estilo de Tartarugas Ninjas ou "The adventures of T-REX" (cujo nome eu não lembro em português).

Como eu tava 'cavocando' na internet e não tava nada organizado, resolvi 'compilar' a coisa aqui por hora. Se alguém me ajudar, fico faceiro. Se não, EU VOU ACHAR MESMO ASSIM! :P

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EU NÃO ESTOU LOUCO. Achei algumas pessoas que lembram da mesma coisa que eu pela internet:

https://www.facebook.com/desenhosantigosdjpaulo/posts/758482927538834

https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100806205747AAQ9IZv

http://forum.outerspace.terra.com.br/index.php?threads/do-fundo-do-ba%C3%9A-348-desenhos-animados-de-1950-a-2009-com-figuras-e-v%C3%ADdeos.268654/page-3

Nesse último link:"Tinha um que passou na globo que era de um muleque que misturava um monte de merda em uma caixa e os caras viravam herois. Eles tinham que dormir virados para baixo. Lembram ?"

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ACHEEEEEEEEEEEEI! Um cara no fórum acima postou um link que falava do desenho perguntando se o pessoal lembrava. O nome é Os Monstruosos (ou Creepy Crawlers, em inglês) e um cara tinha feito uma descrição enorme e bem detalhada do desenho - só clicar no nome do desenho que vai pra lá :)

Então fica aqui uma foto do desenho.


* A liga de Mutantes


* As aventuras de T-REX

*Dinossauros Radicais

*Tubarões Urbanos




Enfim. Paztejamos.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Características do Contrato de Seguro

Eu inicialmente fiquei meio na dúvida se essas eram características do seguro ou do contrato de seguro. Mas cheguei a conclusão de que o professor está certo, e essas características são mesmo do contrato.

Então, o contrato de seguro tem 5 características, que eu chamo de BABAS.


  • a) Bilateral: envolve dois lados, duas partes - e por favor, SÓ DUAS PARTES (por mais que haja um corretor, ou por mais que existam vários segurados, a relação é Bilateral), que são 1) o Segurado e 2) o Segurador.
  • b) Aleatório: "as condições de risco DEVEM independer das partes". Se depender das partes, não é aleatório, é determinado por uma das partes (dã). A moral é que nem o segurado nem o segurador querem que o risco ocorra, mas, caso ocorrer, não deve ser por culpa de nenhum dos dois.
  • c) Boa Fé: As informações prestadas pelo segurado são tidas como verdadeiras - a princípio, A ideia é que o segurado não pode ser um cara sacana que, por exemplo, faz o seguro do seu pai velhinho com câncer só pra ganhar uma bolada quando o velho morrer.
  • d) Adesão: No seguro, o segurado não discute as condições do contrato, já que a Seguradora elabora e aprova o produto ANTES. O seguro é de adesão porque o máximo que o segurado pode fazer é ADERIR. Ele não pode discutir e negociar as cláusulas do contrato.
  • e) Solene: O seguro é solene porque é formal, TEM QUE TER um contrato escrito, mesmo que seja depois do sinistro (ou a posteriori - não me peçam exemplos disso, o professor mencionou mas eu não faço ideia de como funciona um contrato a posteriori).

Enfim. Fica evidente daqui o porque de eu chamar de BABAS. É a inicial de cada um, e foi o meu "artifício mnemônico" pra prova :P

Paztejamos

Gerenciamento de Risco

"Gerenciamento de Risco é o processo de apuração e tratamento que as empresas adotam para minimizar os danos que as possam advir." Eu diria que as pessoas também fazem esse gerenciamento, então vou mencioná-las também.

A ideia é que as pessoas/empresas tem uma série de riscos (por exemplo, sei lá, de uma máquina estragar, de um funcionário se machucar, de uma explosão acontecer, qualquer coisa), e qualquer pessoa/empresa racional olha pra essas possibilidades e tenta lidar da melhor forma com isso.

Como eu disse, qualquer pessoa/empresa "racional" tenta lidar com essas possibilidades. O caso é que nem todo mundo é tão racional, então vou começar mencionando algo que o professor deixou pro fim da aula, que é o fato de que existe o "Gerenciamento de Risco não planejado", isto é, quando a pessoa/empresa deixa pra "apagar incêndio", ou, como o professor mencionou, usa da "teoria da Noé: noé comigo".

Passada essa menção tosca, sigamos pro Gerenciamento de Risco planejado, que é aquele que se espera que as pessoas razoáveis pratiquem. Ele se segmenta em 3 partes:

1) Primeira parte é a Identificação dos Riscos. Para isso, suponha a seguinte imagem, que separa os riscos pela frequência em que ocorrem e o dano que causam.

desculpem a frequência sem acento. Fiquei com preguiça de mexer na imagem de novo
A imagem se divide em 4 quadrantes, e vou começar mencionando de cima pra baixo e da esquerda pra direita.

* no primeiro quadrante, a frequência em que ocorre o risco é alta, porém o dano dele é baixo. Nesse quadrante não tem muito o que fazer. Imagine que seja, por exemplo, numa empresa em que ocorre a perda excessiva de canetas, por furto dos próprios funcionários. Ocorre bastante, e é meio difícil de controlar né. Mas o dano é baixo e talvez nem valha a pena tentar "mitigar" (reduzir) o risco que existe. Então ok.

* no segundo quadrante, (que eu convencionei que é o do canto esquerdo abaixo), a frequência é baixa e o dano é baixo também. Imagina que seja, por exemplo, o risco de quebrar o espelho retrovisor do próprio carro. Sejamos francos, a hipótese de isso acontecer é relativamente remota, e ninguém faz seguro só pra isso, inclusive porque a seguradora não aceitaria, já que o custo de segurar uma parte tão insignificante não daria lucro. Nesse caso, é razoável aceitar que esse dano possa acontecer, "e quando acontecer a gente vê o que faz".

* no terceiro quadrante, se o dano é alto e a frequência é alta, fazer um seguro pra isso se torna inviável. Nesse caso, é melhor parar de mexer nesse vespeiro, a não ser que tu tenha bolas de aço. É como, digamos, agiotagem: a frequência com que não se recebe o dinheiro de volta é altíssima, e o dano com isso é tão alto quanto o dinheiro que foi emprestado.

* no último quadrante, finalmente, temos o campo do seguro, que é quando o dano até pode ser alto, mas a frequência é baixa, então vale a pena pra seguradora ganhar uma grana apostando na chance de que esse dano não vai acontecer.

2) Mensuração do Risco. O professor falou alguma coisa não muito satisfatória a respeito desse tópico. Na minha cabeça, até sei o que significa 'mensuração'. Mas como se faz isso ficou faltando. Enfim.

3) Tratamento. Então, depois de identificar os riscos e colocar na ponta do lápis quanto eles custariam (que imagino que seja a tal mensuração), vem o tratamento, que é a decisão de "o que fazer pra se livrar do risco (mas só daquele que vale a pena se livrar).

3.1) Eliminação Total do Risco
É autoexplicativo: tu podes escolher se livrar totalmente do evento de risco. Então, digamos, suponha uma indústria química que tem seus próprios funcionários de limpeza. Imagina que ela sempre tem acidentes sérios, fica com funcionários encostados, outros com sequelas, e paga altas indenizações. Ela pode simplesmente terceirizar esse setor e contratar outra empresa que se vire com isso. Assim, quem assume o risco pelos acidentes é a outra empresa.

3.2) Eliminação Parcial do Risco
Também é auto-explicativo. Nesse caso tu não se livra do risco, mas, "cuida mais pra que ele não aconteça tão seguido". Essa eliminação parcial se divide em duas hipóteses: 1) Prevenção - como no caso de sistemas de alarme; e 2) Manutenção - que pode ser periódica, pra evitar que, por exemplo, na indústria química mencionada no exemplo anterior, uma válvula se desgaste e libere gás tóxico ou ácido nos funcionários.

3.3) Tratamento Financeiro:
O professor mencionou três hipóteses de tratamentos financeiros. a) Guardar um valor, digamos mensal, pra caso o risco ocorra - que ele chamou de Caixa ou Fundo Total; b) jogar a perda média no fluxo mensal - que ele chamou de Orçamento; e 3) Transferir o Risco pra outro - que é a operação de Seguro.

Enfim. Paztejamos

Operação de Seguro

O Seguro " é a operação pela qual, mediante o pagamento de uma pequena remuneração, uma pessoa se faz prometer para si ou para outrem, no caso da efetivação do evento determinado, uma prestação, de uma terceira pessoa, assumindo um conjunto de riscos determinados, os compensa segundo as leis da estatística e o princípio do mutualismo." (segundo o professor, citação de J. Hernand.)

Eu não gosto muito dessas definições canônicas, porque elas normalmente são mais confusas do que deveriam e a gente acaba precisando pensar um pouco mais do que o normal pra entendê-las. Em outras palavras, eu não acho elas "didáticas". Então, aqui vai a minha definição de seguro:

"O seguro é uma operação em que alguém A paga um valor X para outro alguém B, e esse outro alguém B assume um risco Y e garante um valor Z caso ocorra o dano coberto W; isso conforme as leias da estatística e princípio do mutualismo.

Destaquei de propósito esses itens em negrito, porque são as expressões chaves da definição.

*O seguro é uma operação. Segundo o professor, é normal alguém fora da atuária (juristas, contadores, etc) dizer que o seguro é um contrato. Mas não. O seguro é uma operação. Só que essa operação é solenizada, formalizada pelo contrato. Por isso tem contrato. Mas o seguro vai além do contrato.

*O Alguém A que paga pra não se incomodar com o risco é o Segurado. Esse cara é um Elemento chave do seguro, e não existe seguro sem segurado (obviamente).

* O Valor X que é pago pelo Segurado chama-se Prêmio. O Prêmio é o valor PAGO pelo segurado pra obter o seguro. POR FAVOR, não confunda, o prêmio é algo que o segurado PAGA, não que ele ganha. Pra quem nunca teve contato com seguro, esse nome pode gerar alguma confusão, por isso estou enfatizando isso aqui.

* O Alguém B que recebe/cobra o prêmio é o Segurador (ou a Seguradora - tanto faz, aparentemente, não existe consenso sobre o gênero dessa personagem :P). Ele é que assume o risco que o Segurado quer se livrar. Caso o evento de risco ocorra, é ele quem arca com o prejuízo.

* O Risco Y é, de fato, o Risco. É aquele evento que tem probabilidade de acontecer. É um evento cuja ocorrência causa um Dano e, o objetivo do seguro é justamente restabelecer a situação em que o segurado se encontrava antes de tal dano.

* Garantia e Cobertura são duas coisas que estão conectadas, então vou explicá-las juntas. A garantia Z é o valor que o alguém receberia caso ocorresse o dano coberto W. Por exemplo, num seguro residencial, as três hipótese básicas de cobertura do seguro são 1) incêndio, 2) queda de raio e 3) explosão de qualquer natureza. Sendo assim, se entrar um vândalo e destruir tudo que tem dentro de casa, esse dano não está coberto, logo, não há indenização, não há garantia nessa hipótese. Portanto, cobertura é o evento, o dano, o risco que pode acontecer [~~tenho dúvidas inclusive se o Risco Y não é o mesmo aqui que o dano coberto W~~]; a garantia é o valor devido caso aconteça o risco coberto, sendo assim é a Indenização paga.

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Esses 5 elementos (segurado, seguradora, prêmio, risco, indenização) são o que se pode chamar de Elementos básicos do seguro, e toda operação de seguro tem esses 5 caras. Nas aulas, ficou parecendo que esses elementos são elementos do contrato, mas pensando melhor, acho que foi só porque didaticamente o professor estruturou o conteúdo dessa forma.

Enfim, como eu mencionei sobre o contrato de seguro, aqui vai: na nossa legislação (e talvez em toda legislação do mundo - não cheguei a procurar), os seguros tem por característica serem solenizados na forma de contratos. Esses contratos NÃO SÃO a operação de seguros, só a formalizam. Então, por favor, tenham em mente essa distinção, porque a rigor ela é importante. O seguro é uma OPERAÇÃO, não um contrato.

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Esquematicamente, então, temos:

Se eu der continuidade a esses tópicos (e tenham certeza que vou), vou aumentando esse esquema conforme der.

Paztejamos