sexta-feira, 14 de abril de 2017

Livros indispensáveis pra compreender a história do Brasil

Aluno: Professor, o senhor poderia sugerir uma bibliografia de história do Brasil?


Olavo: Uma bibliografia inteira eu não posso, mas há alguns livros indispensáveis. Primeiro, a séria inteira do Octávio Tarquínio de Souza, História dos Fundadores do Império no Brasil. Isso vocês têm de ler. A História do Brasil, do Oliveira Vianna, e a História do Brasil, do Oliveira Lima – os dois Oliveiras. A Democracia Coroada, do João Camilo de Oliveira Torres. Os livros do Gilberto Freyre, a série inteira, que vai de Casa-grande e Senzala, Sobrados e Mocambos e Ordem e Progresso – a história da formação da família brasileira, isso é muitíssimo importante. O livro do Raymundo Faoro, Os Donos do Poder, mas lido de preferência em sua primeira edição, porque o Raymundo Faoro estragou esse livro na segunda edição; a primeira edição publicada pela Globo ainda é muito boa. Também os livros do José Maria dos Santos e do José Maria Bello sobre a história da república. Acho que é por aí. Esses são apenas os livros indispensáveis. Todo mundo que se interessa pelo Brasil tem de ler esses livros. 

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Pais Fundadores do Brasil

Na aula 15 do COF, um cara perguntou sobre os pais fundadores dos EUA, e se eles diziam algo que presta. O Olavo disse que sim, e disse que a nossa elite intelectual do Brasil também foi muito interessante. Ele mencionou quatro nomes que eu quero salvar, pra uma hora pesquisar mais a respeito:

  • José Bonifácio
  • Evaristo da Veiga
  • Bernardo Pereira de Vasconcelos
  • Padre Diogo Feijó
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quarta-feira, 29 de março de 2017

Postagens Interessantes Perdidas no Seminário de Filosofia

O site do Seminário de Filosofia do Olavo é uma verdadeira bagunça. Não que o meu blog também não seja, mas no meu pelo tudo que tem aqui pode ser buscado no histórico. No site do Seminário isso é simplesmente IMPOSSÍVEL.

Portanto, resolvi começar a postar aqui, numa lista de links mesmo, as postagens interessantes que eu acho por lá (e que seriam impossíveis de localizar por outros meios).
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>> Teses sobre o Poder



Paztejamos

Ocultismos, Astrologias, Satanismos e o diabo

Eu vi um vídeo no facebook hoje, sobre um cara lá em Minas Gerais que desapareceu, e cujo quarto era macabro. As paredes eram todas cheias de escritos nas paredes, em uma linguagem "extraterrestre"; tinha uma estátua do Giordano Bruno no meio; e o cara tinha uma infinidade de livros ocultistas e símbolos desenhados nas paredes e no chão, dando um aspecto muito maluco pro lugar.

O vídeo foi postado num grupo de estudos no Facebook do qual faço parte, e a partir das discussões, acabei recebendo duas bibliotecas de livros em PDF que vão ser MUITÍSSIMO úteis. Eu tenho uma curiosidade dos diabos (trocadilho) por essas coisas ocultistas xDD Para não perdê-las, vou posta-las aqui.

https://drive.google.com/drive/u/0/folders/0B_poyvxLzH5xdlU4WnBZbHhHQ2c

https://drive.google.com/drive/u/0/folders/0By7AiTBVMuhONnEtUVR4cFNPWFU

Conversando sobre o assunto, acabei sabendo que os elementos místicos do livro A Luneta Mágica (que coincidiam com os elementos do jogo Secret of Mana) são verdadeiros elementos da bruxaria Wicca. Salamandra, gnomos, ondinas e fadas são coisas de Wicca. E quanto eu perdi de referências nos jogos por não saber disso!!!

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segunda-feira, 13 de março de 2017

Curso do Olavo - História da Filosofia

Achei no youtube um curso do Olavo que eu tinha só as transcrições em pdf. Aparentemente as aulas são só o áudio, e estão completas.

https://www.youtube.com/playlist?list=PL_zb6RT3HgSzEjE_tqyD3m5oSBWq_wZNu

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Vídeos sobre Desinformação Soviética

Assisti uma série de vídeos sobre KGB, StB e suas atividades, mas tem mais alguns que eu gostaria de ver logo, e por isso vou deixar o link dos vídeos todos aqui.

http://stb.cepol24.pl/pt/videos

Esse site também tem uma série de artigos sobre a ação soviética no Brasil antes e durante o período militar, que eu pretendo ler no futuro.

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quinta-feira, 9 de março de 2017

Alguns tópicos de lembranças e realidade

Eu me lembro que, quando eu era pequeno, a única tia que eu não chamava por "tia" era a minha tia mais nova, a tia Simone. Por algum motivo estranho, a todos os tios eu chamava "tio Daniel", "tia Jandira", "tio André"... mas a tia Simone eu tinha o costume de chamar apenas por "Simone". Tanto eu, quanto meu irmão gêmeo e meu primo Rafael a chamávamos assim. Por algum motivo que até hoje eu não sei explicar, a gente achava esquisito chamá-la de tia, e simplesmente "não conseguia pegar o costume".
Com o tempo e a insistência da minha mãe, porém, eu fiz uma força e tentei me adaptar a chamá-la também de tia (até por causa daquela coisa de respeito pelos parentes mais velhos), e eu lembro de, num determinado dia, ter visto meu primo chamá-la apenas de "Simone" e me sentir como que 'aflito', como se meu sentimento de 'estranheza' tivesse se invertido. Agora era a ausência da palavra "tia" que me incomodava.
É esquisito como a gente "assimila" essas coisas que nos causam estranheza num primeiro momento, e de alguma forma, depois de um esforcinho, consegue inverter esse sentimento, fazendo do 'estranho' o 'certo', e do certo o estranho. Eu lembro de pelo menos algumas outras situações em que senti essa estranheza. Certamente que na primeira impressão está uma semente mais 'concreta' (ou 'bruta') de realidade, e se esse esforço posterior (que as vezes se justifica numa explicação, talvez) tem o poder de reverter essa estranheza, é bom ter a cautela de não permitir que ele inverta a realidade.
Eu lembro, por exemplo, da minha impressão sobre a Dilma, antes das bem sucedidas campanhas presidenciais. Ela tinha uma cara de 'burocrata chata', com aqueles oclões de nerd, e era uma espécie de mulher-ogrinho da casa civil - e logo que surgiu a hipótese de ela concorrer à presidência, discutiam que ela era 'firme' e a atribuíam características masculinas em função disso. Depois, porém, da 'formatação' que ela sofreu para concorrer, virou uma 'senhora elegante', com jóias, dentes certos e lentes (nada contra - e esse não é o mérito da questão). Mas, eu lembro que quando começaram a falar dela eu pensei "pff, fala sério, essa aí não tem como ganhar". E essa sensação se reforçava em especial nas falas em público, onde convenhamos que ela não tinha (e nunca teve) a menor condição de se expressar. Já depois do primeiro mandato, o sentimento era completamente outro, como se não parecesse mais a mesma pessoa, ou como se essas coisas não tivessem mais tanta importância - "todo político fala abobrinhas, afinal" e "ela é uma senhora". Daí a sensação de estranheza era ao ver as imagens antigas. Mas a questão é: qual das sensações é a legítima? Nesse caso, certamente a primeira revela mais Verdade. A segunda é uma espécie de 'miragem', de 'histeria' que confunde as nossas impressões. Mas então... quantas "inversões histéricas" dessas a gente não tem acumuladas no raciocínio, sedimentadas talvez umas sobre as outras, nos fazendo dizer o contrário do que vemos, nos fazendo sentir 'estranheza' diante da verdade...?
É uma coisa pra se pensar...
Talvez seja por isso que Jesus tenha dito que "às crianças pertence o Reino dos Céus". Tem coisa mais sincera que uma criança? Pra ela, o que é estranho é estranho! (E "tia Simone" certamente me soava estranho.)

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quarta-feira, 8 de março de 2017

COF - Aula 10


O Olavo mencionou 4 artigos quase em sequência na Aula 10 do COF, e não tendo como lê-los todos de imediato, resolvi guardá-los aqui.

>Uma Lição de Hegel

>A História Segundo Godot

>Um Guru da Educação Brasileira

>Paranóia Sociológica

Paztejamos

[Preciso dar um jeito de arrumar essa bagunça em que esse blog se tornou =/ Se Deus quiser agora, nas férias, eu vou conseguir fazer alguma coisa a respeito]