quinta-feira, 11 de maio de 2017

A Filosofia do Chesterton e o Distributismo

O Eber, um amigo, parece que está interessado no distributismo de Chesterton e me mandou umas coisas pra eu digerir. Como não quero perder esse conteúdo (não sei muito sobre Chesterton mas acho o cara afudê), resolvi postar aqui. Estou assistindo a palestra, e devo tentar ler alguma parte da Encíclica no futuro.


Encíclica do Papa Leão XIII (aparentemente o nome é Rerum Novarum):
https://w2.vatican.va/content/leo-xiii/pt/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_15051891_rerum-novarum.html





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domingo, 7 de maio de 2017

Hipnose - referências

O Olavo dedicou uns três capítulos do Jardim das Aflições a tratar do tema do controle da mente. Ele mencionou desde Pavlov até Bandler e Grinder e a PNL. Eu acho esse assunto INCRÍVEL e resolvi dar uma estudada do assunto. Vou deixar aqui algumas referências pra não perder de vista.

- Milton Erickson
- Dave Elman
- Bandler e Grinder
- Lair Ribeiro (que médico sensacional e multifacetado é esse homem!)

- Canal Hipnose pra Todos
- Canal do Alberto Dell'Isola
- Canal O Hipnólogo - Rafael Baltresca
- Canal do Pyong Lee

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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Livros indispensáveis pra compreender a história do Brasil

Aluno: Professor, o senhor poderia sugerir uma bibliografia de história do Brasil?


Olavo: Uma bibliografia inteira eu não posso, mas há alguns livros indispensáveis. Primeiro, a séria inteira do Octávio Tarquínio de Souza, História dos Fundadores do Império no Brasil. Isso vocês têm de ler. A História do Brasil, do Oliveira Vianna, e a História do Brasil, do Oliveira Lima – os dois Oliveiras. A Democracia Coroada, do João Camilo de Oliveira Torres. Os livros do Gilberto Freyre, a série inteira, que vai de Casa-grande e Senzala, Sobrados e Mocambos e Ordem e Progresso – a história da formação da família brasileira, isso é muitíssimo importante. O livro do Raymundo Faoro, Os Donos do Poder, mas lido de preferência em sua primeira edição, porque o Raymundo Faoro estragou esse livro na segunda edição; a primeira edição publicada pela Globo ainda é muito boa. Também os livros do José Maria dos Santos e do José Maria Bello sobre a história da república. Acho que é por aí. Esses são apenas os livros indispensáveis. Todo mundo que se interessa pelo Brasil tem de ler esses livros. 

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Pais Fundadores do Brasil

Na aula 15 do COF, um cara perguntou sobre os pais fundadores dos EUA, e se eles diziam algo que presta. O Olavo disse que sim, e disse que a nossa elite intelectual do Brasil também foi muito interessante. Ele mencionou quatro nomes que eu quero salvar, pra uma hora pesquisar mais a respeito:

  • José Bonifácio
  • Evaristo da Veiga
  • Bernardo Pereira de Vasconcelos
  • Padre Diogo Feijó
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quarta-feira, 29 de março de 2017

Postagens Interessantes Perdidas no Seminário de Filosofia

O site do Seminário de Filosofia do Olavo é uma verdadeira bagunça. Não que o meu blog também não seja, mas no meu pelo tudo que tem aqui pode ser buscado no histórico. No site do Seminário isso é simplesmente IMPOSSÍVEL.

Portanto, resolvi começar a postar aqui, numa lista de links mesmo, as postagens interessantes que eu acho por lá (e que seriam impossíveis de localizar por outros meios).
--

>> Teses sobre o Poder



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Ocultismos, Astrologias, Satanismos e o diabo

Eu vi um vídeo no facebook hoje, sobre um cara lá em Minas Gerais que desapareceu, e cujo quarto era macabro. As paredes eram todas cheias de escritos nas paredes, em uma linguagem "extraterrestre"; tinha uma estátua do Giordano Bruno no meio; e o cara tinha uma infinidade de livros ocultistas e símbolos desenhados nas paredes e no chão, dando um aspecto muito maluco pro lugar.

O vídeo foi postado num grupo de estudos no Facebook do qual faço parte, e a partir das discussões, acabei recebendo duas bibliotecas de livros em PDF que vão ser MUITÍSSIMO úteis. Eu tenho uma curiosidade dos diabos (trocadilho) por essas coisas ocultistas xDD Para não perdê-las, vou posta-las aqui.

https://drive.google.com/drive/u/0/folders/0B_poyvxLzH5xdlU4WnBZbHhHQ2c

https://drive.google.com/drive/u/0/folders/0By7AiTBVMuhONnEtUVR4cFNPWFU

Conversando sobre o assunto, acabei sabendo que os elementos místicos do livro A Luneta Mágica (que coincidiam com os elementos do jogo Secret of Mana) são verdadeiros elementos da bruxaria Wicca. Salamandra, gnomos, ondinas e fadas são coisas de Wicca. E quanto eu perdi de referências nos jogos por não saber disso!!!

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segunda-feira, 13 de março de 2017

Curso do Olavo - História da Filosofia

Achei no youtube um curso do Olavo que eu tinha só as transcrições em pdf. Aparentemente as aulas são só o áudio, e estão completas.

https://www.youtube.com/playlist?list=PL_zb6RT3HgSzEjE_tqyD3m5oSBWq_wZNu

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Vídeos sobre Desinformação Soviética

Assisti uma série de vídeos sobre KGB, StB e suas atividades, mas tem mais alguns que eu gostaria de ver logo, e por isso vou deixar o link dos vídeos todos aqui.

http://stb.cepol24.pl/pt/videos

Esse site também tem uma série de artigos sobre a ação soviética no Brasil antes e durante o período militar, que eu pretendo ler no futuro.

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quinta-feira, 9 de março de 2017

Alguns tópicos de lembranças e realidade

Eu me lembro que, quando eu era pequeno, a única tia que eu não chamava por "tia" era a minha tia mais nova, a tia Simone. Por algum motivo estranho, a todos os tios eu chamava "tio Daniel", "tia Jandira", "tio André"... mas a tia Simone eu tinha o costume de chamar apenas por "Simone". Tanto eu, quanto meu irmão gêmeo e meu primo Rafael a chamávamos assim. Por algum motivo que até hoje eu não sei explicar, a gente achava esquisito chamá-la de tia, e simplesmente "não conseguia pegar o costume".
Com o tempo e a insistência da minha mãe, porém, eu fiz uma força e tentei me adaptar a chamá-la também de tia (até por causa daquela coisa de respeito pelos parentes mais velhos), e eu lembro de, num determinado dia, ter visto meu primo chamá-la apenas de "Simone" e me sentir como que 'aflito', como se meu sentimento de 'estranheza' tivesse se invertido. Agora era a ausência da palavra "tia" que me incomodava.
É esquisito como a gente "assimila" essas coisas que nos causam estranheza num primeiro momento, e de alguma forma, depois de um esforcinho, consegue inverter esse sentimento, fazendo do 'estranho' o 'certo', e do certo o estranho. Eu lembro de pelo menos algumas outras situações em que senti essa estranheza. Certamente que na primeira impressão está uma semente mais 'concreta' (ou 'bruta') de realidade, e se esse esforço posterior (que as vezes se justifica numa explicação, talvez) tem o poder de reverter essa estranheza, é bom ter a cautela de não permitir que ele inverta a realidade.
Eu lembro, por exemplo, da minha impressão sobre a Dilma, antes das bem sucedidas campanhas presidenciais. Ela tinha uma cara de 'burocrata chata', com aqueles oclões de nerd, e era uma espécie de mulher-ogrinho da casa civil - e logo que surgiu a hipótese de ela concorrer à presidência, discutiam que ela era 'firme' e a atribuíam características masculinas em função disso. Depois, porém, da 'formatação' que ela sofreu para concorrer, virou uma 'senhora elegante', com jóias, dentes certos e lentes (nada contra - e esse não é o mérito da questão). Mas, eu lembro que quando começaram a falar dela eu pensei "pff, fala sério, essa aí não tem como ganhar". E essa sensação se reforçava em especial nas falas em público, onde convenhamos que ela não tinha (e nunca teve) a menor condição de se expressar. Já depois do primeiro mandato, o sentimento era completamente outro, como se não parecesse mais a mesma pessoa, ou como se essas coisas não tivessem mais tanta importância - "todo político fala abobrinhas, afinal" e "ela é uma senhora". Daí a sensação de estranheza era ao ver as imagens antigas. Mas a questão é: qual das sensações é a legítima? Nesse caso, certamente a primeira revela mais Verdade. A segunda é uma espécie de 'miragem', de 'histeria' que confunde as nossas impressões. Mas então... quantas "inversões histéricas" dessas a gente não tem acumuladas no raciocínio, sedimentadas talvez umas sobre as outras, nos fazendo dizer o contrário do que vemos, nos fazendo sentir 'estranheza' diante da verdade...?
É uma coisa pra se pensar...
Talvez seja por isso que Jesus tenha dito que "às crianças pertence o Reino dos Céus". Tem coisa mais sincera que uma criança? Pra ela, o que é estranho é estranho! (E "tia Simone" certamente me soava estranho.)

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quarta-feira, 8 de março de 2017

COF - Aula 10


O Olavo mencionou 4 artigos quase em sequência na Aula 10 do COF, e não tendo como lê-los todos de imediato, resolvi guardá-los aqui.

>Uma Lição de Hegel

>A História Segundo Godot

>Um Guru da Educação Brasileira

>Paranóia Sociológica

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[Preciso dar um jeito de arrumar essa bagunça em que esse blog se tornou =/ Se Deus quiser agora, nas férias, eu vou conseguir fazer alguma coisa a respeito]

domingo, 5 de março de 2017

Resumo - Aristóteles em Nova Perspectiva

--I. Os Quatro Discursos

O Olavo explica que Aristóteles deixou um ensino meio que 'embutido' nos seus escritos, que, se não fossem os eventos históricos que se seguiram desde a Antiguidade até o nosso tempo, teriam sido verificados mais facilmente. Segundo o Olavo, Aristóteles divide o discurso humano em Quatro Discursos - a Poética, a Retórica, a Dialética e a Lógica (ou Analítica). Essa divisão aristotélica do discurso teria sido percebida se não fosse a má organização do Órganon, a perda da Poética e a negligência dos filósofos à Retórica. Mas, graças a Deus, o Olavo "captou a mensagem" nas entrelinhas e nos trouxe essa percepção.

Esses quatro discursos estão colocados nessa ordem por representarem uma 'progressão da certeza'.

Poética -> Possibilidade
Retórica -> Verossimilhança
Dialética -> Probabilidade razoável
Analítica -> Certeza Apodíctica

 A Poética traz uma "potência" (aquilo que pode acontecer; algo da imaginação, cuja verdade pode ser ponderada, mas não necessariamente assumida); A Retórica já exige um julgamento do ouvinte, apontando numa certa direção, dizendo "deve ser assim ou assado"; A Dialética cruza as diversas crenças assumidas pela Retórica para ver se são consistentes entre si, a fim de tornar a opinião coesa; A Analítica parte das crenças assumidas da Dialética e as desdobra, analisando suas decorrências lógicas obrigatórias, 'aquilo que não pode não ser, assumidas as premissas'.

[Há uma parte que eu não compreendo bem, provavelmente por não ter lido Aristóteles, que é sobre a percepção também ser divida em quatro etapas: Sentidos, Memória, Imagens e Abstração - mas não ficou claro pra mim se é exatamente essa a divisão da percepção.]

--II. Um Modelo Aristotélico da História Cultural

A partir de sua nova teoria, o Olavo desenvolve um 'princípio', que ele chama de "Princípio da Sucessão dos Discursos Dominantes", que ele enuncia resumidamente como: "cada um dos quatro discursos desfruta de autoridade durante um certo período da história, e a ordem da sucessão dos discursos dominantes acompanha a escala da credibilidade crescente, do poético para o analítico." O que ele chama de "autoridade" é a 'credibilidade imediata que o público concede ao discurso da classe dominante'.

Segue daí uma descrição história do mundo ocidental com base no modelo aristotélico. Pra mim parece relativamente convincente, com a diferença que, na minha visão, eu tenderia a supor que os discursos vêm e vão, e não necessariamente progridem do poético ao analítico (se não, fica a pergunta: o que é que vêm depois do analítico?).

--III. A Presença da Teoria Aristotélica do Discurso na História Ocidental

(ainda estou lendo...)


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Aquilo que não nos ensinaram sobre o Japão

Achei um texto sobre o Japão que eu já tinha corrido o olho por cima mas que eu queria ler melhor. Fica aqui pra quando me der tempo e interesse.

https://www.issoebizarro.com/blog/descobrindo-nosso-passado/bomba-atomica-de-hiroshima-o-que-nao-contaram-para-voce/

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quarta-feira, 1 de março de 2017

Arquitetura Moderna e Pós-Moderna

Eu comentei outro dia no facebook sobre a estética de uma igreja católica (e de como a coisa é bonita e bem elaborada, e como a nossa estética atual virou uma aberração tosca e maldita que emburrece as pessoas), e um amigo me mandou esse texto, que é de um tal de McMansion Hell, que eu já tinha ouvido falar, que é um site que fica zoando a estrutura maluca de umas casas gringas por aí.

http://www.mcmansionhell.com/wth

Fiquei de ler e dar uma opinião... mas não vou ler agora porque já tenho bastante coisa de interesse no momento. Deixo aqui pra ler quando bater uma preguiça mental e eu resolver procrastinar...

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Kantai Collection

Acabei vendo um anime esses últimos dias, e não queria 'perder ele de vista'. Em especial, fiquei esperando que saísse logo uma segunda temporada, mas, como ela não veio, queria depositar em algum lugar 'remoto' o assunto, na esperança de, quando lembrar de procurar de novo no futuro, encontrar facilmente. Como esse blog é um repositório justamente pra isso, veio a calhar postar aqui.

http://www.crunchyroll.com/kancolle/videos

Eu não sei nada sobre animes, mas achei esse site, Crunchy Roll, muito bom. As propagandas incomodam um pouco, admito, mas é legal saber que tem conteúdo grátis por aí não só no youtube, e que eu consigo encontrar séries inteiras de graça, sem precisar pagar por outro genérico de Netflix.

Enfim...
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Sobre o Islã e a Rússia

Um amigo, o Leandro, que tem certos interesses sobre o Islã, me mandou um texto que eu preciso ler, e que está ocupando espaço no meu navegador, motivo pela qual eu resolvi trazê-lo pra cá, na esperança de dar uma olhada depois :P

https://jamestown.org/program/marlene-laruelle-how-islam-will-change-russia/

Acho que esse vai ser um procedimento mais ou menos corrente, que vai me ajudar a evitar o atrolho de abas e mais abas no Chrome - coisa que me toma muita RAM no fim das contas.

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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Guenón, Schuon, Gnose e afins...

Os últimos três meses têm sido de um intenso aprendizado, desde que comecei o curso do Olavo. Estou tentando tornar as coisas do meu mundo mais lógicas, e eu queria muito que esse blog fosse um instrumento pra isso. Então... vou tentar começar a postar aqui as coisas que realmente me interessam - em vez de deixá-las se perderem no facebook, ou guardá-las nas abas abertas do navegador indefinidamente no tempo (até que se percam num dia tosco em que eu feche sem querer o chrome).

O Olavo tá agora dando um curso de Esoterismo, e deu esse texto pro pessoal ler. Não estou acompanhando o curso (porque, afinal, o curso dele já me toma bastante tempo), mas li o texto mesmo assim, que é bem bom. Recomendo.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/julhoverbum.html

Quanto à gnose, parece que esses autores são bem manjadores justamente desse assunto, e que isso é estritamente relacionado ao esoterismo. Então, esse é certamente um dos assuntos de interesse pro futuro.

Enfim,
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Livros Lidos em 2017

Resolvi fazer uma lista dos livros que eu ler no ano, conforme o ano foi passando. Eu tinha começado semana passada o primeiro livro da lista, mas como eu li a maior parte no domingo do dia 01/01, vai constar na lista. As datas são os dias em que terminei de lê-los. (as que eu botar xx é porque não lembro o dia).

- 01.01 - A mão e a Luva -- Machado de Assis
- 07.01 - América Debilitada - Como Tornar a América Grande Outra Vez -- Donald Trump
- xx.01 - Alice no País das Maravilhas -- Lewis Caroll
- 04.02 - Macbeth -- William Shakespeare
- 18.02 - Os EUA e a Nova Ordem Mundial -- Debate entre Olavo de Carvalho e Alexandr Dugin
- 14.03 - Aristóteles em Nova Perspectiva -- Olavo de Carvalho
- 31.03 - Curso de Magia -- J. R. R. Abrahão
- 30.04 - Adams Obvio -- Robert Updegraff (livrinho babaquinha)
- 01.05 - Protágoras -- Platão



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